quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Sonhos Grilos e Paixões

         Na manhã de domingo do dia 27 de Janeiro, a cidade de Santa Maria -R.S acordou em choque sofrendo com a cena de jovens correndo na frente da boate Kiss, tentando ajudar, tentando entender, tentando saber quem se salvou e quem morreu.
         235 foi o número de jovens que faleceram asfixiados e queimados. No ginásio local pais e mães tiveram que entrar em uma sala para identificar seus filhos que estavam empilhados, momento de desespero, angústia e dor. De um lado estavam homens com celulares postos no peito, que não paravam de tocar. Do outro mulheres com seus corpos semi envoltos por roupinhas leves, com que tantas meninas saíram para a balada.
         Na dor coletiva pais, familiares e amigos se reuniram para que a justiça seja feita e deixar uma memória pelo compromisso de que nunca mais deixe que uma tragédia como essa se repita. Nunca mais.
         Nosso documentário será composto a partir da reflexão: Que mundo queremos?Por ter sido uma grande tragédia, o incêndio da boate Kiss revela a questão da vida e da própria memória. Quanto vale uma vida? Cada jovem, uma sonho, uma história, que se romperam pela falta de uma legislação e por negligência dos próprios donos. Acontecimento que deixou além de uma memória inicial mas como um exemplo para evitar outros casos semelhantes.
 Bruno Nunes nº 02 e Priscila Ribeiro nº23

Roteiro inicial para projeto Sonhos, Grilos e Paixões

     Na primeira metade do ano de 2013 o Brasil se deparou com um acúmulo de injustiças que gerou um sentimento revolucionário no cidadão brasileiro. Motivadas pelas redes sociais, as manifestações tiveram como ponta pé inicial a indignação quanto ao valor das passagens dos transportes públicos ao redor de todo o país.
     Durante os meses de junho e julho o apoio popular era crescente e a repercussão do movimento era internacional. A imensidão dos protestos proporcionou uma expansão nos temas à serem revogados, fazendo com que a corrupção, a melhoria nos serviços públicos e os gastos excessivos na Copa do Mundo virassem tópicos de queixa.
     No decorrer do movimento, foram percebidas atitudes que incomodaram uma certa parcela da população e que por outra parcela eram fortemente apoiadas. Atitudes como a repressão violenta dos policiais, o caráter anti-partidário e centralizador e o patriotismo exagerado estavam presentes.
     A manipulação da mídia quanto à violência nos protestos teve uma repercussão relevante na atitude dos manifestantes, pois era dado um enfoque especial a "parte ruim" das manifestações, fazendo indiretamente com que o peso popular diminuísse.
     O objetivo do nosso projeto é utilizar da Memória-Histórica para ilustrar as manifestações atuais através do período ditatorial brasileiro e seus recursos e princípios. Muitos desses medos que surgiram com as atitudes de alguns manifestantes e da mídia se relacionam com condutas do período militar, fazendo com que possamos enxergar as práticas de hoje em dia como consequências da época vivida pelas gerações anteriores à nossa.

Bárbara Fortes - nº 01

Carolina Woods - nº 03
Mariangela Titato - nº 20
Rafaella Imakawa - nº 24

Sonhos Grilos e Paixões

EDUCAÇÃO UNIVERSAL

   Se colocássemos a educação em uma linha do tempo, veríamos o decaimento da escola publica e a ascensão das escolas particulares. Fica visível como o mercado quer profissionais qualificados, porem o ensino público não garante uma vaga em uma boa faculdade, o que deveria ser de direito, baseando-se nos nesses fatos fica a duvida de qual o futuro da nação. O Brasil precisa de uma reforma educacional que priorize o estudo publico de base, e crie uma nação de pessoas saibam dialogar, não se deixando influenciar pela mídia, tendo opiniões concretas e podendo cuidar dos filhos como verdadeiros pais conscientes, e reconstruir o modelo de vida da sociedade geração por geração.

Nosso projeto de trabalho visa mostrar o que é a educação universal. Mostrando suas origens, os caminhos que essa ideia percorreu e por fim como ela é vista atualmente, dentro do território brasileiro.  Questionando o ensino de base no Brasil, queremos saber do povo quais são suas opiniões. Podemos assim encontrar e criar um imagem da educação através da memória do cidadão brasileiro, além de descobrir quais os sonhos para a futura nação.




Integrantes:
Estrela S. Tavares, nº5
Kevin Weingertner, nº11
Larissa Nuza, nº13
Raquel Fernandes, nº25
Suelen Haro, nº27

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Sonhos, Grilos e Paixões





O TEMPO NÃO PARA

A música, assim como outras coisas, ocupa um lugar privilegiado na história sociocultural do mundo. Além de traduzir dilemas, servir de veículo de utopias sociais, transmitir ideias e fazer pensar na sociedade e na história, ela faz também mediações, encontros de etnias, classes, regiões e culturas. 
É muito difícil pensar e falar sobre a história da música sem passar pela história geral do mundo. Por esse motivo, abordaremos em nosso trabalho a fusão dessas duas histórias e formaremos uma memória musical. Um bom exemplo é a música popular; ela está inteiramente ligada ao surgimento das classes populares e médias urbanas e à urbanização, ou seja, ao capitalismo monopolista que fez o interesse pela música aumentar. 
Outro ponto que será apresentado no documentário será os três momentos marcantes para a música; são eles: a revolução burguesa, a cultura de massa e a crise musical pós- Segunda Guerra Mundial.
Segue abaixo, um pequeno vídeo que serve de exemplo do tema de nosso documentário:
 
Integrantes:
Fábio Júnior nº06
Gabriel Terceiro nº07
Gabriel Vendramelli nº08
Nátaly Sellera nº21
 

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Projeto Sonhos Grilos e Paixões

Os problemas existentes na América Latina iniciaram-se com a cobiça dos portugueses e espanhóis sobre nosso ouro e prata. Posteriormente, no início do século XX, os EUA almejavam de forma voraz as rotas marítimas do canal do Panamá. Na segunda metade desse mesmo século, o comunismo quis penetrar na região, tanto através da subversão geopolítica dos soviéticos quanto da ideológica dos chineses. Atualmente muitas pessoas acham que tudo isso pertence ao passado e que o imperialismo já acabou e não vai mais voltar. Mas na realidade os estrangeiros ainda farejam essas terras só que hoje o fazem de uma maneira muito diferente.
Segundo o livro “As veias abertas da América Latina”:
"É a América Latina, a região das veias abertas. Desde o descobrimento até nossos
dias, tudo se transformou em capital europeu ou, mais tarde, norte-americano, e como tal
tem-se acumulado e se acumula até hoje nos distantes centros de poder. Tudo: a terra,
seus frutos e suas profundezas, ricas em minerais, os homens e sua capacidade de trabalho e de consumo, os recursos naturais e os recursos humanos. O modo de produção e a
estrutura de classes de cada lugar têm sido sucessivamente determinados, de fora, por
sua incorporação à engrenagem universal do capitalismo. A cada um dá-se uma função,
sempre em benefício do desenvolvimento da metrópole estrangeira do momento, e a
cadeia das dependências sucessivas torna-se infinita, tendo muito mais de dois elos, e por
certo também incluindo, dentro da América Latina, a opressão dos países pequenos por
seus vizinhos maiores e, dentro das fronteiras de cada país, a exploração que as grandes
cidades e os portos exercem sobre suas fontes internas de víveres e mão de obra." - Há
quatro séculos já existiam dezesseis das vinte cidades latino-americanas mais populosas
da atualidade. Para os que concebem a História como uma disputa, o atraso e a miséria da América
Latina são o resultado de seu fracasso. Perdemos, outros ganharam. Mas acontece que
aqueles que ganharam, ganharam graças ao que nós perdemos: a história do subdesenvolvimento da América Latina integra, como já se disse, a história do desenvolvimento do
capitalismo mundial. Nossa derrota esteve sempre implícita na vitória alheia, nossa riqueza gerou sempre a nossa pobreza para alimentar a prosperidade dos outros: os impérios e seus agentes nativos."
Após alguns modelos frustrados e o estabelecimento do neoliberalismo, a desigualdade entre países emergentes e as superpotências se acentuou. Os países mais ricos e imperialistas sobrepuseram-se aos mais pobres, explorando suas riquezas, gerando assim sua decadência.
Queremos um mundo mais igualitário no qual os Estados se preocupem menos em conquistar mercados internacionais. Um mundo em que o capitalismo se difunda com ideias socialistas e garanta a igualdade de oportunidades e o bem estar social de todas as nações.

O nosso trabalho visa abordar os problemas existentes na América Latina e buscar a memória histórica dessa região para explicar a sua decadência atualmente.
Para isso vamos pautar os cinco períodos mais marcantes:
1)                 Conquista e colonização portuguesa e espanhola
2)                 Independências
3)                 Imperialismo
4)                 Autoritarismo e ditadura
5)                 Populismo

Grupo: Mariana Suzuki (nº19); Larissa Figueira (nº12); Sarah Mafeis (nº26); Letícia Campos (nº14) e Victoria Fukuda (nº28).


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

New Deal - Crise de 1929


A crise do liberalismo econômico abriu portas para a reformulação das práticas capitalistas e a relação das mesmas com o poder de intervenção que o Estado tem sobre a economia.


De maior devedora, a economia norte –americana se transformou na principal credora da economia mundia. Com o fim da Primeira Guerra Mundial(1914-1918) os Estados Unidos colocou-se em um novo panorama econômico. . Além disso, expandiu o seu parque industrial ao ponto de reter em suas mãos praticamente um terço de todos os produtos industrializados que percorriam o mundo.
Com o mundo buscando o “american way of life”, cidadãos das mais variadas classes sociais sonhavam em ascender socialmente investindo grande parte de suas economias no setor de ações. Esperando que a economia sustentasse patamares de crescimento constantes, vemos que a população norte-americana parecia realmente viver um sonho, a ilusão de que seu país não mais reconhecia limites. O momento de expansão e euforia acabou se refletindo no comportamento do mercado de ações daquele país.



O governo americano acreditavam plenamente no piamente nos princípios do liberalismo clássico, que pregava o ideal de que a economia seria um organismo auto regulamentado. Segundo sua lógica, quanto maior a liberdade dada às atividades econômicas, maior seriam as condições para que determinado país conseguisse ampliar suas fontes de riqueza. Dessa maneira, o liberalismo clássico desaprovava qualquer esforço governamental com o objetivo de regular os costumes e práticas econômicas de sua sociedade.
Com o passar do tempo, a capacidade de consumo dos norte-americanos passou a ser superada pela enorme quantidade de mercadorias produzidas pelas indústrias. No entanto, a despeito dessa tendência, as bolsas de valores insuflavam a especulação financeira sobre empresas que só ampliavam suas vendas e mercados. Já em 1928, o estouro dessa bolha financeira começou a se manifestar quando o preço das mercadorias acumuladas começou a despencar e as empresas se viram forçadas a reduzir seu quadro de funcionários, e investidores se desesperavam tentado realizar a venda de suas ações para outros possíveis investidores.
No dia 24 de outubro daquele ano, uma avalanche de ofertas e a ausência de compradores sentenciaram a quebra da Bolsa de Nova York. Do dia para a noite, investidores milionários perderam tudo o que tinham em ações sem o menor poder de compra. A situação caótica levou muitos deles a subir no alto dos prédios e dar fim às suas próprias vidas. Milhares de
trabalhadores perderam os seus empregos e nações que dependiam do investimento norte-americano viram a sua própria ruína. Na projeção de um incrível efeito dominó, diversas economias do mundo se viram gravemente prejudicadas.

Ao sentir os impactos desse processo de artificialização da economia, exigiu-se dos Estados Unidos a criação de um modelo alternativo de desenvolvimento econômico. Eleito presidente em 1932, Franklin Delano Roosevelt tinha como maior desafio reerguer a maior economia da época. Inspirados pelos princípios do economista John Maynard Keynes, um grupo de economistas do governo propôs o chamado New Deal.

Esse plano econômico abriu portas para que o Estado tivesse participação direta na economia nacional. Entre outras ações o New Deal estabelecia o controle na emissão de valores monetários, o investimento em setores básicos da indústria e a criação de políticas de emprego. Dessa maneira, o governo de Roosevelt buscou uma recuperação econômica segura e gradual.
O período de 1929 a 1933 deixou uma lição: os mercados vivem crises periódicas - e se não ocorrem respostas rápidas para os problemas, essas crises tendem a se alastrar, afetando vários setores da economia e podendo alcançar um poder de destruição em massa.
De maior devedora, a economia norte –americana se transformou na principal credora da economia mundia. Com o fim da Primeira Guerra Mundial(1914-1918) os Estados Unidos colocou-se em um novo panorama econômico. . Além disso, expandiu o seu parque industrial ao ponto de reter em suas mãos praticamente um terço de todos os produtos industrializados que percorriam o mundo.

Letícia Campos
 

A produção de armamentos durante a primeira guerra mundial

No período da primeira grande guerra mundial a tecnologia ganhou uma importância muito grande, embora nenhuma das incontáveis mortes desta guerra tenha valido a pena ser perdida para conseguir tal fato. Porém, um aspecto positivo para a evolução de toda nova ordem mundial foi o “mecanismo de abertura dos olhos” da população, não só pertencente aos países participantes da guerra, mas também de todo o mundo, explicitando que a visão romântica e heróica da guerra fosse totalmente rompida. Esse aspecto fez com que o mundo todo parasse e visse a destruição em massa “produzida” pela obsessão de poder, obtida pelas grandes potências que estavam sempre à procura de novos lucros, de novos lugares para extrair a ultima gota de sangue de cor “preta” e de novos meios para os mesmos fins capitalistas. Se pelo menos o mundo inteiro “se chocasse” com tal imagem de homens, mulheres e crianças mortas, haveria uma conscientização de que a política empregada na época só traria guerra, sempre. E que todos, mesmo tendo diferentes tipos de cores, religiões e éticas, deveriam compartilhar de um mesmo propósito, sendo este a pacificação do mundo e acabar com os lucros imensos das grandes empresas monopolistas que só solidificavam a pobreza para a grande população mundial, generalizada. Ao invés de ocorrer tal fato no mundo todo, houve a manutenção da política que gerou tantas mortes, e para evitar que o que ocorreu na primeira grande guerra, acontecesse novamente em outro lugar: todos as grandes potências, infelizmente, investiram extremamente na produção e na inovação de armamentos e de meios para facilitar a morte de grandes quantidades de pessoas. Essas busca foi nomeada como a “corrida armamentista”. Assim, surgiram os tanques de guerra, submarinos e aviões com a finalidade de atirar do céu nas pessoas presentes na terra, que somente alargaram ainda mais a mortalidade mundial e que ainda hoje são utilizados com justificativa similar a do passado, ou seja, esses produtos são feitos e seus donos dizem que são produzidos para a DEFESA própria do país, que pode um dia enfrentar uma nova “ameaça”...

                 

                                    


Fábio Júnior nº06

A História e a Arte

 Ao observarmos a gama de diversas civilizações podemos notar que muito além de necessidades básicas os indivíduos precisam de um meio de exposição e releitura de suas percepções a respeito do momento vivido.
 Essa leitura de vida e formas de percepção ao serem demonstradas foram gradativamente se transformando em arte.
Entre alguns povos essa expressão artística esteve vinculada com questões políticas e religiosas. O campo artístico demonstra costumes, hábitos, maneiras de agir e crenças de diversas sociedades e épocas. Decifrar essas características exige sensibilidade, capacidade de percepção e conhecimento histórico para poder completar esse quebra cabeças de realidades.
 A arte não pode ser limitada ao reflexo do tempo e da civilização que o artista vivia pois a arte vai muito além de uma única percepção ou um único fato isolado, cada indivíduo apresenta uma visão, a história influencia e transforma bagagens de vida distintas e experiências únicas, podemos ter uma visão clara e objetiva a respeito de um fato mas não podemos ter essa mesma clareza em uma percepção individual.


Rafaella Imakawa

Liberalismo Econômico e Político

O liberalismo econômico


   O liberalismo econômico é uma teoria que surgiu no contexto do fim do mercantilismo, onde era necessário estabelecer novos paradigmas, já que o capitalismo estava se firmando. A ideia do liberalismo econômico é a eliminação de interferências provenientes de qualquer meio na economia.

   Essa teoria surgiu no final do século XVIII, tendo em François Quesnay e Vincent de Gournay são dois dos principais teóricos. Quesnay afirmava que a verdadeira atividade produtiva estava inserida na agricultura. Gournay  dizia que as atividades comerciais e industriais deveriam usufruir de liberdade, para assim se desenvolverem e alcançarem a acumulação de capitais.

   No entanto, o principal teórico e pai da teoria do liberalismo econômico foi Adam Smith. O economista escocês confrontou as ideias de Quesnay e Gournay, afirmando em seu livro “A Riqueza das Nações” as principais ideias do liberalismo econômico: a prosperidade econômica e a acumulação de riquezas não são concebidas através da atividade rural e nem comercial, mas sim através do trabalho livre, sem nenhum agente regulador ou interventor.


   Para Smith, não eram necessárias intervenções na economia, visto que o próprio mercado dispunha de mecanismos próprios de regulação da mesma: a chamada “mão invisível”, que seria responsável por trazer benefícios para toda a sociedade, além de promover a evolução generalizada. Os liberalistas defendem a livre concorrência e a lei da oferta e da procura. Estes teóricos foram os primeiros a tratar a economia como ciência.






O Liberalismo Político


   Assim como o Liberalismo Econômico, o Liberalismo Político ganhou força no século XVIII. O chamado Estado Liberal começa a se formar devido a um contínuo e progressivo desgaste do poder real e, por consequência, do modelo político absolutista.

   O Liberalismo Político afirma que os seres humanos têm direitos fundamentais, como o direito a vida, a felicidade e a liberdade. Cabe ao estado respeitar, e não invadir esses direitos. O liberalismo é uma doutrina que limita tanto os poderes quanto as funções do estado.

   Os princípios fundamentais do liberalismo incluem a transparência, os direitos individuais e civis, e um governo democrático.

   Esta doutrina de pensamento acabou virando inevitavelmente burguesa, uma vez que os burgueses viram nela uma premissa filosófica contra o absolutismo, que não os satisfazia.


   O Liberalismo Político e o Econômico também inspiraram diversas revoluções como a Revolução Puritana, a Revolução Gloriosa, a Revolução Liberal do Porto, a Revolução Americana e a Revolução Francesa.


Lucas Vieira   n°17

Fontes: Grupo Escolar 
             Brasil Escola

O Brasil na 1° Guerra Mundial



       
          A participação do Brasil na 1° Guerra Mundial se resume em duas palavras: ''Discreta e Tardia''.
          O único país latino americano envolvido na guerra foi o Brasil, que declarou neutralidade em 1914( no mesmo ano em que Venceslau Brás,o nono presidente brasileiro foi eleito), mas iniciou rivalidade com a Alemanha em 1917.
           Em 1916, o navio Rio Branco foi derrubado em território alemão por estar navegando em áreas restritas. Não houveram discussões, uma vez que o navio estava ilegalmente na Alemanha.
         
           O Brasil declara guerra a Alemanha (que fazia parte da Tríplice Aliança junto do império Austro-Húngaro)   mais precisamente em Abril de 1917, depois que três brasileiros foram mortos quando o vapor Paraná, o cargueiro Macau e o navio Tijuca foram afundados por submarinos alemães.
           Apesar de tomar essa ação rápida e brusca, perceberam que não estavam prontos para enfrentar outro país em um conflito, pois não havia uma boa economia na época, devido a exportação de ''um'' principal produto, que era o café.
           A marinha brasileira policiava o Oceano Atlântico. Durante o policiamento, a tripulação foi contagiada pela Gripe Espanhola,
que fez com que 176 marinheiros falecessem na embarcação. O Brasil  não forneceu soldados para os campos de batalha europeus, porém, enviou medicamentos, assistência médica, aviadores para a Europa, alimentos e matérias primas para a Tríplice Entente (Reino Unido, França, Rússia e EUA).
                A Grande Guerra também trouxe benefícios econômicos para o Brasil.
                Durante os quatro anos da primeira guerra, os países europeus envolvidos no conflito, voltaram a produção de suas industrias para a fabricações de armamentos e equipamentos de militares. Desta forma o Brasil ficou sem opções para importar produtos. Ricos cafeicultores brasileiros, aproveitaram o momento e investiram o capital acumulado nas industrias, favorecendo assim a industrialização no Brasil. Lucrou muito exportando matérias primas para os países em guerra.
            A Guerra entre o Brasil e a Tríplice Aliança acaba quando é assinado um tratado de paz, na Conferência da Paz em Paris, da qual deu origem ao Tratado de Versalhes, obtendo assim sua parte no botim de guerra conseguindo da Alemanha o pagamento com juros do café perdido com os navios naufragados.




JOÃO GABRIEL  -  N°  10