quarta-feira, 19 de junho de 2013

Primeira percepção sobre Darwinismo Social hoje

   Texto escrito por Carolina Woods.  
     A base para a utilização da teoria darwinista na sociedade atual continua a mesma de séculos atrás: o interesse econômico. O exemplo em proporções mundiais e que vai durar enquanto o Sistema Capitalista existir é o darwinismo social presente nas relações de mercado. A regra de competição e sobrevivência do mais forte pode ser vista no neoliberalismo. Na utilização ilegal de modelos monopolistas - como Cartel, Dumping, Holding, Truste - enxergamos claramente a tentativa de domínio do mercado pelos mais fortes, impedindo a livre concorrência. 
     Outro exemplo que pode ser citado é a mídia e o modo como ela desafia o intelecto do espectador. Este é visto como inferior e capaz de ser manipulado por qualquer coisa que a mídia queira que ele acredite.
     A xenofobia européia, a "missão de civilização" do Oriente Médio pelos EUA interessado no petróleo, os países que foram colonizados no passado e que ainda sofrem de dependência das potências, são outros exemplos.
     O simples fato de existir preconceito racial, musical, cultural, socioeconômico, o fato de existir um padrão de beleza, torna uns superiores à outros, que são obrigados a seguir os padrões para sentirem-se encaixados no sistema, tudo isso com um único objetivo: a geração de lucro e desenvolvimento econômico.

Darwinismo Social

O darwinismo social, decorrente das teorias evolucionistas de Darwin e de Spencer, considera que o conflito e a seleção natural dos mais aptos são condições da progressão social. Trata-se de aplicar ao mundo social os princípios de luta pela vida e pela sobrevivência dos melhores das sociedades animais, defendidos pela corrente evolucionista. A competição relativa à lutadas espécies prolonga-se, assim, na vida social, explicando a mudança e evolução das próprias sociedades.

O evolucionismo de Spencer é cauteloso, na medida em que o autor adverte que a evolução depende de "condições diversas" que a favorecem ou inibem(relações do sistema social com o seu meio ambiente, dimensão da sociedade,diversidade, etc.). Spencer considera, igualmente, que os determinismos sociais são demasiado complexos; os indivíduos têm tendência a adaptar-se ao sistema social a que pertencem, do mesmo modo que as atitudes dos indivíduos facilitam ou inibem o aparecimento de determinado tipo social (o tipo "militar" ou o tipo"industrial", por exemplo).
O darwinismo social tornou-se um argumento a favor do individualismo econômico e político, contra o intervencionismo do Estado. Segundo Spencer, Estado  deve, através do Direito, estabelecer as regras do mercado. Por sua vez, Durkheim, que segue o modelo evolutivo do darwinismo social, dando constantes tendências evolutivas na sociedade, considera (na sua obra A divisão do trabalho social) que o desenvolvimento do individualismo - que é uma consequência da complexidade crescente da divisão do trabalho - é um aspecto fundamental na passagem das sociedades tradicionais às sociedades modernas.




Fonte: Infopédia,Brasil Escola

Gisele Painceiras Deaño 

Darwinismo Social



Um acontecimento que marcou o século XIX foi o desenvolvimento do conhecimento científico. A busca de novas tecnologias devido à Revolução Industrial incentivou o desenvolvimento nas mais diversas áreas do conhecimento. Os cientistas eram reconhecidos como importantes agentes das transformações sociais e possuíam diversas academias voltadas para o “progresso da ciência”.
No livro “a origem das espécies”, lançado em 1859, se encontrava a síntese de uma série de viagens, anotações e estudos realizados por Charles Darwim. Ali surgia a teoria evolutiva que seria o mais novo progresso científico. Negando as justificativas religiosas Darwin apontou que a constituição dos seres vivos é fruto de um longo e ininterrupto processo de transformação e adaptação ao ambiente.
Basicamente Darwin acreditava que os seres que mais de adaptassem ao meio seriam capazes de se evoluir, proteger e dar sequência à sua forma de vida.
Essa ideia de adaptação com o tempo foi levada para o campo social e pode ser observada das mais diversas formas entre as sociedades.
As sociedades Africanas e Asiáticas nunca precisaram dos valores impostos pelas sociedades ocidentais. Mesmo que o contato possa ter trazido perspectivas positivas, a interpretação errônea que colocava o povo europeu em uma atmosfera superior trouxe malefícios para o desenvolvimento social e econômico dessas populações.

Rafaella Imakawa nº 24


Darwinismo Social Hoje

 O darwinismo social baseava-se na crença de que existiam raças superiores e inferiores, fortes e fracas, ou seja, acreditava-se na superioridade de alguns grupos sociais.
 Mas ainda hoje é nítido percebemos o darwinismo social no nosso meio, como é o caso das cotas, estas possibilitam que negros entrem com mais facilidade na faculdade demostrando, indiretamente, que os negros são menos capazes que os brancos e usam como justificativa para as cotas a situação precária das escolas públicas.
 Outro caso é o dos imigrantes e nordestinos que vem para São Paulo em busca de emprego, pelo fato dos paulistanos serem mais desenvolvidos tecnologicamente, eles se acham no direito de mandarem nos trabalhadores mais pobres. Mas eles não percebem que se não fossem esses trabalhadores São Paulo , assim como outros estados, não estaria tão desenvolvido como está.
 Idosos também é um caso de darwinismo social, devido terem uma idade mais avançada, e não ter em um porte físico avançado são considerados por muitos inferiores. Se ocorrer um acidente ou algo parecido logo colocam a culpa na sua idade avançada, rebaixando- os a uma categoria de inferioridade em relação aos mais jovens.

 Muitas vezes temos atitudes que condizem com o darwinismo social, as vezes nós nos achamos superiores a outras pessoas, elevamos a nossa capacidade e rebaixamos a do próximo isso é um verdadeiro exemplo dessa teoria.

 Mariangela Titato - nº 20

Darwinismo Social e Imperialismo: A Concepção dos Dias Atuais

A Teoria da Evolução teve consequências revolucionárias fora da área científica. Darwin explicava que, as várias espécies, até a humana, evoluíram gradativamente por milhões de anos e há ainda espécies novas em evolução.
Alguns pensadores sociais aplicaram as conclusões darwinianas à ordem social, produzindo teorias que as transferiram à explicação dos problemas sociais. As expressões "luta pela existência" e "sobrevivência do mais capaz" foram tomadas de Darwin para apoiar a defesa que faziam do individualismo econômico.
   Os empresários bem-sucedidos, afirmavam esses pensadores, haviam demonstrado sua capacidade de vitória no mundo competitivo dos negócios. Os que fracassavam na luta pela existência demonstravam sua incapacidade.
    A aplicação da biologia de Darwin às teorias sociais fortalecia o imperialismo, o racismo, o nacionalismo e o militarismo. Os darwinistas sociais insistiam em que as nações e as raças estavam empenhadas numa luta pela sobrevivência, em que apenas o mais forte sobrevive e, na realidade, apenas o mais forte merece sobreviver.
     Eles dividiam a humanidade em raças superiores e inferiores e consideravam o conflito racial e o nacional uma necessidade biológica e um meio para o progresso.
O imperialismo ou neocolonialismo do século XIX se constituiu como movimento de domínio, conquista e exploração política e econômica das nações industrializadas europeias (Inglaterra, França, Alemanha, Bélgica e Holanda) sobre os continentes africano e asiático.                                                         
  A “partilha” da África e da Ásia se deu fundamentalmente no século XIX (pelos europeus), mas continuou durante o século XX. No decorrer deste, os Estados Unidos e o Japão ascenderam industrialmente e exerceram sua influência imperialista na América e na Ásia, respectivamente.


A “corrida” com fins de “partilha” da África e da Ásia, realizada pelas potências imperialistas, aconteceu por dois principais objetivos: 
1º) a busca por mercados consumidores (para os produtos industrializados);
2º) a exploração de matéria-prima (para produção de mercadorias nas indústrias). A industrialização europeia se acentuou principalmente após as inovações técnicas provenientes da 2ª fase da Revolução Industrial.


    A principal hipótese para a legitimação do domínio imperialista europeu sobre a África e a Ásia foi a utilização ideológica de teorias raciais europeias provenientes do século XIX. As que mais se destacaram foram o evolucionismo social e o darwinismo social. 
Um dos discursos ideológicos que “legitimariam” o processo de domínio e exploração dos europeus sobre asiáticos e africanos seria o evolucionismo social. Tal teoria classificava as sociedades em três etapas evolutivas:
1ª) bárbara;
2ª) primitiva;
3ª) civilizada.
Os europeus se consideravam integrantes da 3ª etapa (civilizada) e classificavam os asiáticos como primitivos e os africanos como bárbaros. Portanto, restaria ao colonizador europeu a “missão civilizatória”, através da qual asiáticos e africanos tinham de ser dominados. Sendo assim, estariam estes assimilando a cultura europeia, podendo ascender nas etapas de evolução da sociedade e alcançar o estágio de civilizados.
  O domínio colonial, a conquista e a submissão de continentes inteiros foram legal e moralmente aceitos. Desse modo, os europeus tinham o dever de fazer tais sociedades evoluírem.
  O darwinismo social se caracterizou como outra teoria que legitimou o discurso ideológico europeu para dominar outros continentes. Tal teoria difundia o propósito de que na luta pela vida somente as nações e as raças mais fortes e capazes sobreviveriam.
    Hoje sabemos que o evolucionismo social e o darwinismo social não possuem nenhum embasamento ou legitimidade científica, mas no contexto histórico do século XIX foram ativamente utilizados para legitimar o imperialismo, ou seja, a submissão, o domínio e a exploração de continentes inteiros.


Priscila Ribeiro nº 23


Primeira percepção sobre Darwinismo Social hoje

Texto escrito por Bárbara Fortes.

Podemos perceber o Darwinismo Social ainda muito presente em nossa sociedade. Estudamos isso e aprendemos como essa teoria começou a ser utilizada, e muitas vezes pensamos que isso é algo muito arcaico, mas basta olhar para nossa sociedade, para os países e guerras que ainda existem, e veremos que esse conceito continua muito presente em nosso dia a dia.
Podemos perceber isso com pequenos atos, por exemplo quando vemos alguma pessoa pobre ou muito carente e pensamos “coitadinho” como se essa pessoa fosse inferior a nós e dignos de pena. Outra situação também, muito presente em nosso país, é o fato de pessoas com alto poder aquisitivo se acharem superiores daqueles mais pobres: eles dirigem seus carros enormes, comem em restaurante caros e moram no prédio mais alto da cidade e acham que apenas por isso tem o direito de olhar com nojo e menosprezar qualquer pessoa que não se encaixe em seus padrões. Temos também aqueles que ainda acham que: Nordestino não é pessoa, que no Norte só tem Índio e que o Acre não existe, mas esquecem que na verdade são todos iguais e da mesma nacionalidade.Não é cabível então, cultivar esse tipo de pensamento, que não tem nenhum fundamento.
Policiais invadem morros, favelas, e acham que tem o direito de bater e prender quem ele bem quiser, afinal são quase todos negros e pobres, por tanto, inferiores. Muitos países Europeus “torcem” o nariz para estrangeiros, isso porque essa ideologia de que são mais evoluídos, e por isso, superiores do que muitas pessoas de países emergentes, já está totalmente instalada dentro deles.

Essas idéias de sociedades mais evoluídas do que outras, veio da teoria de Darwin que diz que existe uma seleção natural, onde as espécies mais adaptadas ao meio são mais fortes do que aquelas que ainda não sofreram essa evolução. Essa teoria levou a ideia de que a sociedade funciona desse jeito, onde existem tipos de sociedade mais evoluídos do que outras, então é preciso que essas “superiores” ajudem as outras a evoluírem também, mesmo sem que eles, sequer, tenham pedido ajuda. 

Primeira percepção sobre Darwinismo Social hoje

Texto escrito por Gabriel Vendramelli.

O darwinismo social nos dias atuais, em grande parte, está escondida atrás de preconceitos e do senso comum.
        Muitas pessoas se sentem superior a outro individuo apenas porque sua pele é de um tom mais claro, ou porque ganha mais do que ele.
        Tendo os imperialistas europeus do século XIX como percursores do darwinismo social, ideias criadas naquela época permanecem até hoje nas mentes de grande parte da população. Um exemplo disso são as cotas raciais. Por que um(a) negro(a) teria uma capacidade diferente de alguém que tem a pele branca? Mas é isso que se fixou no pensamento de muitos, devido a missão civilizatória: se você é negro, é inferior. Sem exceção.
        Diferença cultural também é um grande exemplo, tanto atingamente quanto atualmente. Do mesmo jeito que Alemanha, Inglaterra, França e as outras potências europeias invadiram África e a Ásia no século XIX, os Estados Unidos (maior potência atual) invadiu o Paquistão e o Iraque. Invadiu esses países e tentou (ainda tenta) espalhar uma cultura ocidental. Impondo-os a viver um novo estilo de vida sem que eles precisassem ou ao menos pedissem.

Análise histórico-sociológica do filme Avatar a partir dos conceitos de Imperialismo e Darwinismo Social

     Ao ver “Avatar” pela primeira vez, nos deparamos com mais uma superprodução: efeitos cinematográficos, uma história envolvente, muita ação e um pouco de romance. Mas ao assistirmos o filme com um outro olhar, podemos perceber conceitos utilizados pela Sociologia para explicar eventos históricos passados e atuais, como por exemplo o Imperialismo e o Darwinismo Social. 
     No começo do filme que Jake Sully, um fuzileiro paraplégico, é forçado a ir para Pandora, um planeta que contém um precioso minério “Unobtainium” e repleto de belezas naturais, pois seu irmão que tinha sido escalado para essa missão, foi assassinado. Como Jake tinha o mesmo genoma de seu irmão, o chamaram para participar, e em troca ele receberia uma alta quantia de dinheiro e a cura de sua paralisia. 
     Desde o começo do filme, o povo Na’vi – humanóides azuis de membros longos que vivem em harmonia com seu habitat - é apresentado como selvagens e primitivos, e o exército americano, instalado no planeta, tenta humanizá-los e ensiná-los a língua inglesa. Para conseguir se aproximar desse povo, os cientistas criam avatares onde atrás de uma tecnologia avançada, conseguem ligar a pessoa com o Avatar.     Podemos relacionar essa missão do exército do filme com a missão civilizatória, baseada nas teorias de Imperialismo e Darwinismo Social, que as grandes potências de várias das épocas da nossa história, inclusive a atual, impõe sobre os países menos desenvolvidos industrialmente e economicamente, como se o modo de vida deles fosse inferior.
     Quando o único objetivo por trás da conquista do território é a exploração econômica - no caso do filme, a exploração do minério precioso -, maquia-se a exploração com justificativas de que o povo “mais evoluído” estaria levando o desenvolvimento ao povo "atrasado" e permitindo que ele alcance o nível maior de complexidade.
Naves americanas atacando o território Na'vi
     O personagem do coronel Quaritch representa o típico militar imperialista. Apenas vê a população local do planeta como um obstáculo para concluir sua verdadeira missão. Pode-se notar várias vezes durante o filme, em suas falas, sua opinião de superioridade sobre os nativos.  Repara-se que em uma das suas falas, ele usa uma frase muito conhecida por nós, termos que nos remetem à época de quando os Estados Unidos invadiram o Iraque: “Vamos combater terror com terror”. Em certo momento do filme, Jake diz que não tem nada que eles deem para os Na'vi que vai fazer com que eles os ajudem na procura do minério, então o Militante decide que a solução restante é o uso da violência.
     O sofrimento do povo Na’vi ao ver suas árvores, terras, cultura e tudo mais ser destruído pelo fogo, é provavelmente, o modo como os índios, africanos, asiáticos, orientais e muitos outros se sentiram com a chegada de exploradores que começaram com a implantação da civilização sobre eles. A resistência tida por todos os povos conquistados de nada adiantou, já que estavam sempre em menor número, com menos armas e menos preparados. No caso do filme, como um final feliz é sempre necessário em uma produção hollywoodiana, os Na'vi resistem e combatem os americanos e vencem a luta.

Concepção do Darwinismo social e Imperialismo no filme Avatar

Avatar é uma história fictícia que se passa no ano de 2154. O filme nos leva à reflexão sobre que tipo de relação a humanidade tem estabelecido com a natureza e para onde este fluxo evolutivo nos levará.
 O programa Avatar foi criado com a finalidade de aproximar a humanidade do povo Navi, tendo em vista interesses econômicos.
 Pandora, planeta em que viviam os Navis, possuía grande reserva de unobtânium, um minério capaz de solucionar as crises energéticas do planta Terra.


 O planeta Terra já havia perdido sua vitalidade e a humanidade buscava recursos naturais através de outros povos. Notamos traços marcantes do Darwinismo social e Imperialismo quando os humanos julgam-se superiores aos Navi's, explorando-os, não compreendendo as suas crenças locais e visando somente os interesses econômicos.
 A ideia principal do Darwinismo social consiste na falsa concepção de superioridade existente entre culturas distintas para justificar a dominação e a exploração dos seus recursos, para atender os interesses econômicos.

 

O Darwinismo Social atualmente

 O darwinismo social foi usado como justificativa para as potências europeias invadirem e dominarem a África e a Ásia, durante a crise de superprodução em busca de novos mercados, mão de obra barata e matéria-prima.
 A justificativa que encobria os interesses econômicos da Europa era que os nativos da África e Ásia precisavam ser civilizados, “elevar-se” de um nível primitivo ao mais desenvolvido, industrializar-se, criar uma sociedade capitalista, enfim, chegar ao mais alto grau de civilização, o qual os europeus já haviam alcançado.
 Esses pensamentos ainda são usados atualmente, resultando, muitas vezes em ações guiadas pelo preconceito e interesses particulares.
 A regra darwinista da competição e sobrevivência do mais forte é aplicada às leis de mercado neoliberalista de hoje, na qual só os mais inteligentes, espertos e que sabem aproveitar as oportunidades certas, conseguem sobreviver e adaptar-se a sociedade do liberalismo econômico.
O darwinismo social também é usado atualmente para justificar diferentes arbitrariedades cometidas por um grupo sobre o outro ou um país obre o outro. Por exemplo, as intervenções dos Estados Unidos no Afeganistão e no Iraque vem sob um discurso humanitário e libertários que ainda explicam as diferenças sociais com diferenças de graus de desenvolvimento e evolução.
É sob o mesmo princípio que os movimentos nazifascistas do passado e do presente justificam a violência física, política e ideológica contra estrangeiros e etnias em seus países.
 Também a forma como são tratados os refugiados estrangeiros que chegam à Europa, vindo de países mais pobres ou em conflito, fazendo lembrar a crença da superioridade racional e etinica de um povo sobre o outro
 Portanto, a transposição das ciências biológicas para a análise da sociedade devem ser feitas com muita cautela, analisando cada cultura, para que não aconteça como no darwinismo social, uma distorção do modelo da evolução das espécies de Darwin que generalizou-se, causando muitas vezes preconceitos, justificativas voltados a interesses particulares, povos explorados e conflitos.







Larissa Figueira - nº12