segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Projeto Sonhos Grilos e Paixões

Os problemas existentes na América Latina iniciaram-se com a cobiça dos portugueses e espanhóis sobre nosso ouro e prata. Posteriormente, no início do século XX, os EUA almejavam de forma voraz as rotas marítimas do canal do Panamá. Na segunda metade desse mesmo século, o comunismo quis penetrar na região, tanto através da subversão geopolítica dos soviéticos quanto da ideológica dos chineses. Atualmente muitas pessoas acham que tudo isso pertence ao passado e que o imperialismo já acabou e não vai mais voltar. Mas na realidade os estrangeiros ainda farejam essas terras só que hoje o fazem de uma maneira muito diferente.
Segundo o livro “As veias abertas da América Latina”:
"É a América Latina, a região das veias abertas. Desde o descobrimento até nossos
dias, tudo se transformou em capital europeu ou, mais tarde, norte-americano, e como tal
tem-se acumulado e se acumula até hoje nos distantes centros de poder. Tudo: a terra,
seus frutos e suas profundezas, ricas em minerais, os homens e sua capacidade de trabalho e de consumo, os recursos naturais e os recursos humanos. O modo de produção e a
estrutura de classes de cada lugar têm sido sucessivamente determinados, de fora, por
sua incorporação à engrenagem universal do capitalismo. A cada um dá-se uma função,
sempre em benefício do desenvolvimento da metrópole estrangeira do momento, e a
cadeia das dependências sucessivas torna-se infinita, tendo muito mais de dois elos, e por
certo também incluindo, dentro da América Latina, a opressão dos países pequenos por
seus vizinhos maiores e, dentro das fronteiras de cada país, a exploração que as grandes
cidades e os portos exercem sobre suas fontes internas de víveres e mão de obra." - Há
quatro séculos já existiam dezesseis das vinte cidades latino-americanas mais populosas
da atualidade. Para os que concebem a História como uma disputa, o atraso e a miséria da América
Latina são o resultado de seu fracasso. Perdemos, outros ganharam. Mas acontece que
aqueles que ganharam, ganharam graças ao que nós perdemos: a história do subdesenvolvimento da América Latina integra, como já se disse, a história do desenvolvimento do
capitalismo mundial. Nossa derrota esteve sempre implícita na vitória alheia, nossa riqueza gerou sempre a nossa pobreza para alimentar a prosperidade dos outros: os impérios e seus agentes nativos."
Após alguns modelos frustrados e o estabelecimento do neoliberalismo, a desigualdade entre países emergentes e as superpotências se acentuou. Os países mais ricos e imperialistas sobrepuseram-se aos mais pobres, explorando suas riquezas, gerando assim sua decadência.
Queremos um mundo mais igualitário no qual os Estados se preocupem menos em conquistar mercados internacionais. Um mundo em que o capitalismo se difunda com ideias socialistas e garanta a igualdade de oportunidades e o bem estar social de todas as nações.

O nosso trabalho visa abordar os problemas existentes na América Latina e buscar a memória histórica dessa região para explicar a sua decadência atualmente.
Para isso vamos pautar os cinco períodos mais marcantes:
1)                 Conquista e colonização portuguesa e espanhola
2)                 Independências
3)                 Imperialismo
4)                 Autoritarismo e ditadura
5)                 Populismo

Grupo: Mariana Suzuki (nº19); Larissa Figueira (nº12); Sarah Mafeis (nº26); Letícia Campos (nº14) e Victoria Fukuda (nº28).


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